Deputado Federal Capitão Alberto Neto defende internet de qualidade para escolas, hospitais e comunidades da Amazônia

BRASÍLIA – Esta em análise na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei nº 1486/2025, dos deputados federais Capitão Alberto Neto (PL-AM) e Mauricio Carvalho (União/RO), que institui o Programa Nacional de Universalização da Banda Larga na Amazônia. A proposta visa garantir acesso à internet em banda larga para comunidades urbanas, rurais, indígenas e ribeirinhas da Amazônia Legal.

“A Amazônia não pode continuar isolada digitalmente. Internet hoje não é luxo, é necessidade básica. É educação, é saúde, é segurança e é oportunidade de emprego para o nosso povo”, afirmou Capitão Alberto Neto.

O projeto prioriza a conexão de escolas, hospitais, unidades de segurança pública e comunidades tradicionais. O objetivo é corrigir o déficit de conectividade local e oferecer mais dignidade, desenvolvimento e justiça social para a população da Região Norte.

Na prática, isso significa:

• Alunos de comunidades ribeirinhas poderão assistir aulas online e acessar plataformas educacionais;

• Postos de saúde poderão realizar teleconsultas e encaminhar exames sem que o paciente precise viajar dias de barco;

• Delegacias e unidades policiais terão sistemas integrados, melhorando o combate ao crime;

• Pequenos empreendedores poderão vender seus produtos pela internet, ampliando renda e oportunidades.

“Imagine uma mãe que hoje precisa sair da comunidade para conseguir uma consulta médica. Com internet de qualidade, a telemedicina pode resolver esse problema. Imagine um jovem que sonha em fazer um curso técnico, mas não tem acesso à rede. Esse projeto muda essa realidade”, destacou o deputado.

Incentivos e menos burocracia

O texto prevê incentivos fiscais como isenção de ICMS e IPI sobre equipamentos e serviços de telecomunicações, além da simplificação no licenciamento para instalação de antenas e redes.

O projeto também fortalece pequenos e médios provedores locais, com linhas de financiamento específicas e possibilidade de uso de recursos do Fust para subsidiar a expansão da banda larga na região.

“A Amazônia não pode mais ser vista como periferia do Brasil. Levar internet de qualidade é integrar a nossa população ao século XXI. É gerar desenvolvimento, reduzir desigualdade e garantir mais oportunidades para quem vive no interior”, concluiu Capitão Alberto Neto.